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domingo, 21 de agosto de 2011

ANIMAIS EM APARTAMENTOS




Amados, estava zapeando pela UOL e vi na Revista Jurídica um assunto de extrema importância e resolvi compartilhar com vocêis. Leiam e deixem seu comentário.


Legislação não trata expressamente da questão, que exige bom senso nos regulamentos internos.

Antes de discutir a questão sobre a proibição de animais em apartamentos, é preciso deixar bem claro que a Lei 4.591/1964 não regula mais os condomínios em edificações, mas tão-somente as incorporações imobiliárias. Isto porque o novo Código Civil (Lei 10.406/02) passou a tratar inteiramente da matéria. E, embora não tenha revogado expressamente a mencionada lei, ela está revogada com relação aos condomínios, de acordo com o disposto no artigo 2º da Lei de Introdução ao Código Civil, que considera uma das causas de revogação da lei posterior quando a lei nova regula inteiramente a matéria de que tratava a anterior. Assim, a norma que regula os condomínios em edificações é o novo Código Civil, que entrou em vigor em 2003 e trata os condomínios nos artigos 1.331 a 1.358, sob o título "Do Condomínio Edifício".
Neste contexto, outra questão importante é que nem a Lei 4.591/1964, que regulava o condomínio, nem o atual Código Civil tratava ou tratam especificamente de cães ou qualquer outro animal de estimação. São, eventualmente, as convenções condominiais que disciplinam o tema, permitindo ou proibindo os animais.
O artigo 19 da Lei 4.591/1964 dizia que o condômino tinha “o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionados, umas e outros, às normas de boa vizinhança, e poderá usar as partes e coisas comuns, de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais condôminos ou moradores, nem obstáculo ou embaraço ao bom uso das mesmas partes por todos”.
Portanto, o que a lei anterior previa é que um condômino não tem o direito de incomodar ou causar prejuízo ao outro. A atual diz, no artigo 1.336, inciso IV, que o condômino não deve alterar o destino de sua unidade, bem como não a utilizar de maneira prejudicial ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais.
Desta forma, podemos concluir é que o morador (condômino ou não) não pode ter vários animais nas unidades, o que atinge a questão da salubridade, bem como cães que latem muito. Mas, segundo nosso entendimento, independentemente do tamanho.
Sobrepeso
As convenções que permitem cães nos apartamentos até determinado peso certamente não prevalecerão perante o Judiciário, porque é um grande absurdo. Imaginemos um cão que engorda. Os donos terão que se desfazer dele? Vejamos o aspecto prático: primeiramente, o condomínio terá que adquirir uma balança especial, como as que existem nas clínicas veterinárias. Em seguida, terá que prever quem fará a medição do peso. O zelador? O porteiro? De quanto em quanto tempo? E se o cão engordou, ele já sai da balança diretamente para fora do prédio, sem poder retornar ao apartamento?
Com relação à proibição de animais de estimação em apartamentos, principalmente os cães, o atual Código Civil, sequer cita a questão na parte que regula os condomínios. É o entendimento jurisprudencial que permite mesmo nos casos em que a convenção proíbe.
A convenção só pode – e deve – regular o assunto, como proibir raças tidas como ferozes, exigir o uso de coleira e guia, requisitar a condução do animal somente pelo elevador de serviço etc.
Já nos deparamos com casos em que os cães só podiam ser carregados no colo. Uma condômina tinha um labrador, que apesar de ser um cão de médio porte, mas geralmente muito dócil, pesava cerca de 35 quilos. Sendo assim, a moradora só conseguia passar pelas áreas comuns para sair do prédio com o animal caminhando pelo chão.
Como sempre, deve prevalecer o bom senso e uma dose de tolerância.

Daphnis Citti de Lauro Advogado, é autor do livro “Condomínio: Conheça seus Problemas” e sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro e da Citti Assessoria Imobiliária –
Espero que esse texto possa ajudar a evitar problemas com os nossos peludos tão amados. LUV U ALL ALWAYS.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A IMPORTANCIA DA CASTRAÇÃO


Amados, li essa reportagem na Uol e achei muito importante divulgar, creditos a revista VIVASAUDE

Castração: um gesto de amor
Castrar seu animal é um ato para melhorar a qualidade de vida dele. Mais do que isso, a cirurgia é uma forma de fazer sua parte na grave questão do abandono de cães e gatos no Brasil
Ao adotar um cachorro ou um gato, os cuidados com o novo membro da família são muito mais complexos do que apenas alimentá-lo e manter sua higiene. Segundo a veterinária Janaína Reis, do Centro Veterinário Center Vet, a castração deve ser considerada um gesto necessário para evitar o grave problema do abandono. "Tanto cães quanto gatos estão liberados para o procedimento a partir do três meses de idade."
A castração é ainda rodeada de muitos preconceitos - alguns dizem que é um processo cruel com o animal e que os riscos operatórios são graves. Na realidade, a cirurgia é simples e traz diversas vantagens para a vida do cão ou do gato. "Para cadelas e gatas, a castração evita o tumor de mama e, em fêmeas mais velhas, previne a infecção do útero, tumores e cistos nos ovários", explica Janaína.
Ela esclarece ainda que, antes da operação, são feitos exames que definem o estado de saúde do animal. "O único fator que poderia atrapalhar a cirurgia seria algum histórico de problemas cardíacos, no caso de animais mais velhos. Por isso, apesar de não existir um limite de idade, sabemos que, quanto mais jovem ele for, melhor, pois diminui os riscos cirúrgicos."
Depois da castração é essencial, no momento de dar a medicação, manter o curativo
dos pontos e o colar protetor - para que o animal não consiga passar o focinho na ferida.
O período pós-operatório costuma durar entre sete e dez dias
Mais qualidade de vida
Quanto ao mito de que a castração acaba com a virilidade e afeta negativamente a personalidade do animal, a veterinária explica que esse não é o caso. "As mudanças que podem ocorrer são benéficas e não afetam a personalidade do animal como um todo." O mais comum é que animais mais agressivos fiquem mais dóceis, os mais agitados fiquem mais pacíficos, e assim por diante. "A mudança é bem sutil. A castração vem para melhorar a vida dos animais com seus proprietários e com sua saúde", conclui Janaína.
A cirurgia de castração é definitiva?
A castração é um procedimento definitivo, que não possui contraindicações. Por meio dela, o dono do animal evita crias indesejadas e previne o abandono de filhotes. Ainda que muitos estejam convictos de que não vão abandonar as crias, não há casas disponíveis para todos os animais. Milhares deles são jogados nas ruas a cada ano e a maioria morre antes mesmo de completar um ano. Mais do que isso, castrar o animal garante uma série de benefícios para ele e para seu dono - diminuindo inclusive as chances de fuga de cães e gatos.

5 dicas para cuidar melhor do pet
Assim como a castração, outros cuidados são fundamentais antes mesmo de levar seu animal para casa. Confira abaixo dicas sobre como agir com o novo integrante da família.

1. Animais geram custos adicionais no orçamento familiar. Certifique-se de que pode arcar com as despesas e se planeje para a chegada dele.
2. Prefira a adoção: milhões de animais abandonados estão à espera de um lar. Apesar de não existirem números oficiais - por serem dados que mudam constantemente -, a questão do abandono é grave no Brasil, principalmente em grandes centros urbanos como São Paulo.
3. Respeite as características e necessidades particulares de cada espécie ou raça (tamanho, espaço físico necessário etc.)
4. Jamais acorrente ou deixe o animal preso em gaiolas. É um ato de crueldade deixá-lo sem a possibilidade de se movimentar.
5. Os cães necessitam de passeios periódicos, nos quais eles devem estar devidamente equipados com guia e coleira.

Vamos divulgar essa ideia. LUV U ALL.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

VOILÁ O SINDICATO DOS ANIMAIS!!!!


Amados,
Mais uma vez o pessoal de Higienopolis sai na frente na defesa dos nossos amados peludos!!!!!
PARABENS PELA INICIATIVA E NO QUE DEPENDER DE NÓS DOS JARDINS, VAMOS DAR SEQUENCIA A ESSE SINDICATO!!!! CONTE CONOSCO!!!!!
Essa reportagem saiu na folha de Sao Paulo no domingo 12/12/10, brilhantemente escrita pelo Vinicius Queiroz Galvão. Os creditos da foto vão para Carlos Cecconello/folhapress

Sindicato com mil filiados luta por "direitos dos cães"; veja vídeo
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
DE SÃO PAULO


http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/844126-sindicato-com-mil-filiados-luta-por-direitos-dos-caes-veja-video.shtml


Moradores de Higienópolis, bairro de alto poder aquisitivo da região central de São Paulo, andam inconformados com a vida. Insatisfeitos com o que dizem ser mais deveres do que direitos, fundaram um grupo para lutar por uma causa comum, o bem-estar e a prosperidade de ilustres habitantes daquela vizinhança, os cães.
Assim surgiu o Sindicato dos Cachorros, um grupo de cachorreiros, como os donos gostam de ser chamados.

No estatuto do sindicato, "os cachorros são como as vacas na Índia, animais sagrados" e criar os bichos "não é uma mera vaidade, mas um estado de espírito".

O grupo, que já reúne mil filiados, de médicos a advogados, diz ter se juntado para "dar representatividade, proteção e apoio político e social aos cachorros e assim conquistar seus direitos".
Na pauta de reivindicações do parque Buenos Aires, o reduto dos cachorros no bairro, tanques para os cães se refrescarem; esterilização do solo; novo bebedouro e melhorar o piso de barro, que fica enlameado na chuva.
"Cachorro só tem obrigação: colher o cocô e usar focinheira. Direito não tem nenhum. Na Europa os cães andam de metrô e de ônibus. Aqui ainda estamos muito atrasados", diz Celso Barbosa, líder sindical dos bichos.
"Aqui em Higienópolis tem mais cães do que gente", diz a advogada Maria Donzília, uma das sindicalistas.
A história do sindicato começou há alguns anos com uma "cachorrata", uma passeata, segundo o médico Luiz Nusbaum, "de protesto para preservar o direito dos cães".
A primeira reclamação foi criar um cercadinho para soltá-los no parque sem coleira.
"Foi uma briga de pedra e pau. Vira e mexe surge uma disputa de poder, como num sindicato trabalhista", afirma Nusbaum, dono do labrador Billy e do yorkshire Astor. Teve confusão que já foi parar na delegacia.
"A partir do momento que os seres humanos quiseram assumir o território, deu problema. Lutamos para conquistar o direito dos cães e não de gente", diz Barbosa, que cria dois são bernardos num apartamento.
Além da mobilização política, o sindicato também promove eventos sociais. No Halloween, fizeram um "pugnic", um convescote para os cães da raça pug _todos, claro, vestidos de monstro.
"Os cachorros daqui de Higienópolis são show", resume Friedmann, "pai" de um boxer de dois anos.



Precisamos nos unir e espalhar essa ideia por toda a cidade, por todo o estado e por todo o pais. Nossos peludos merecem isso e muito mais. LUV U ALL!!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dono é "adestrado" para levar cachorro aos restaurantes


Amados,

O Vinicius Queiroz Galvão é um jornalista da Folha de São Paulo e assim como eu é cachorreio de carteirinha!!!! No ultimo domingo (05/09/10) ele fez uma reportagem muito legal sobre levar nossos queridos peludos ao restaurante. Devemos ser adestrados também... afinal devemos respeitar as regras para que todos possamos viver em harmonia com aqueles que não apreciam muito os pets. Vamos a reportagem?????

http://http//www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/793475-dono-e-adestrado-para-levar-cachorro-aos-restaurantes-veja.shtml


O restaurante é francês, um dos donos é francês, o nome é francês e, a partir de agora, o hábito dos clientes também segue à francesa.

No último domingo, o bistrô Blés D'Or, em Moema, reuniu um grupo de donos de cães para "adestrá-los" e dar dicas de etiqueta para que seus cachorros também passem a frequentar o lugar.

Cena comum nos bistrôs de Paris, cada vez mais restaurantes de São Paulo têm aberto as portas --alguns até o cardápio-- para cachorros sentarem à mesa.

A cartilha começa em casa: jamais dar comida humana aos animais, mesmo que façam aquela cara de cachorro pidão, e não permitir que eles entrem na cozinha.

"O cão que pede comida é o que cão que recebe comida. O dono precisa ter bom senso, como não levar cachorro que late, agressivo, isso deve ser avaliado", diz Daniel Svevo, veterinário e consultor de comportamento animal.
A presença dos bichos está amparada na lei da cidade, mas nem todos os restaurantes são obrigados a recebê-los. Abre as portas para os cães quem quiser.

E, ao abrir, tem de seguir as regras da Vigilância Sanitária: 1) área específica para clientes com cachorros, coberta e arejada; 2) ponto de água para limpeza; 3) empregado exclusivo para faxina que não manipule alimentos.

"Houve uma discussão muito intensa na prefeitura sobre a presença de cães nos restaurantes. Tem gente que não gosta ou tem medo, não se pode impor a presença do animal para quem não quer", diz a veterinária Evanise Segala, subgerente de alimentos da Vigilância Sanitária.

"Temos de mostrar o certo e recompensar o certo. Tiro o cão da mesa e aí o recompenso quando ele estiver com as quatro patas no chão", ensina o consultor de comportamento animal Denis Martin, o adestrador dos donos.

FARO

"Ando muito pelo bairro, mas foi o Brownie, atraído pelo cheiro dos outros cães, quem descobriu esse restaurante", diz o engenheiro Alexey Bolfaine. De tanto frequentar o bistrô, ele, a mulher e o golden retriever são amigos de todos os garçons.

"Isso é muito comum em Paris. E como meu restaurante é francês, quis trazer o modelo. Moema tem muitos cachorros e os donos são clientes fiéis", diz Humberto Leite, dono do bistrô Blés D'Or. Na porta, uma placa dá o aviso: aqui seu cão é bem-vindo.

"É importante observar bem o cachorro para não o deixar comer objetos estranho", diz a tratadora Raquel Hama. No dia do "adestramento" dos donos, um dos cães comeu um pedaço de rolha e foi parar no veterinário.

Na lista de outros lugares simpáticos aos cães, o Sassá Sushi, no Itaim Bibi, adotou um cachorro abandonado. O cão não só era alimentado como também ganhou uma casinha em frente ao restaurante. Há pouco tempo foi atropelado e morreu.

O Farfalla, nos Jardins, aceita animais comportados no salão e prepara até um carpaccio de carne para eles.

AMIGOS CACHORREIROS VAMOS NOS ENCONTRAR NESSES ENDEREÇOS E LEVAR OS NOSSOS AMORES?????

LUV U ALL ALWAYS!!!